Etiópia: Circuito Histórico e Omo Valley – 16 Dias

Detalhes inicio

Período: Até Dezembro de 2017
Saídas: Diárias
Valores anunciados incluem: Parte Terrestre (Consulte a Parte Aérea)

1° Dia – ADDIS ABEBA
Recepção no aeroporto da capital etíope e traslado ao hotel.

2° Dia – ADDIS ABEBA
Nosso dia é inteiramente dedicado à capital etíope. A manhã, começa pela vista panorâmica desde o monte Entoto, seguida do Museu Arqueológico, que abriga Lucy, o fóssil hominídeo mais antigo já descoberto (3,4 milhões de anos). Ainda pela manhã contamos com uma visita à Catedral da Trindade. A tarde é composta pelo Museu Etnográfico, um bom compilado sobre a diversidade cultural que a Etiópia tem a oferecer. À noite temos um show folclórico com jantar incluso. O menu é único: “injera”. Pouquíssimos países têm uma prato típico tão típico e insistente quanto a Etiópia: é a “injera”. Ela está em todas as mesas do país, 3 vezes por dia. Injera é uma panqueca aberta sobre a qual vai tudo. Você arranca um naco, faz uma trouxinha com alguns ingredientes e come. É servida numa bandeja enorme, várias pessoas compartilham a mesma injera, e você tem a impressão que está comendo a toalha de mesa. Ou o jogo americano. Tem gente que gosta (a Etiópia tem 80 milhões de habitantes). É, sem dúvidas, uma refeição divertida.

3° Dia – ADDIS ABEBA / ARBA MINCH
Aqui começa nosso circuito sul, com vários dias de duração. A viagem terrestre deve durar cerca de 6 horas líquidas, e com as diversas paradas deve tomar todo o dia. A rota cruza o platô etíope desde seu centro até o extremo sul, mantendo altitude média de 2000 m. As cidades são pequenas e relativamente calmas, exceto em dia de feira. O campo, fértil,é inteiramente tomado pela agricultura enquanto que a estrada asfaltada é o canal principal de transporte de gado – sobre suas próprias patas – em boiadas infindáveis. Chegada em Arba Minch diretamente ao hotel.

4° Dia – ARBA MINCH / TURMI (VALE DO OMO)
Aqui cabem duas explicações importantes, a saber:
Vale do Omo – há sim um rio chamado Omo, enorme e importante, que nasce nas montanhas do centro da Etiópia e desagua no lago Turkana, no Quênia. As tribos mais interessantes estão no Baixo Omo, região que para simplificar, chamaremos de Vale do Omo.
Rift Valley – é a falha geográfica Sírio-Africana, que começa no monte Hermon, divisa entre Israel, Líbano e Síria, corre de norte a sul pelo mar Morto e pelo Mar Vermelho e dividirá o continente africano em dois dentro de um milhão de anos. O Vale do Omo está dentro dela, e, para simplificarmos, usaremos o nome em inglês, Rift Valley.
Partida pela manhã para o Vale do Omo. A primeira impressão é que todo o gado do planeta resolveu pegar a mesma estrada naquela mesma hora. Nossa primeira parada é em Konso, imediatamente antes de descermos 500 metros verticais para o vale. Ao contrário do que veremos adiante, as aldeias Konso são fortificadas com muralhas de pedra e alojadas estrategicamente em encostas de acesso difícil, numa postura claramente defensiva. Os konso não se pintam, mas suas aldeias são arquitetonicamente interessantes. O próximo passo é descer, descer e descer, claramente para o Rift Valley: outra geografia, outra vegetação, outra temperatura – 10 graus a mais! A duas primeiras tribos vêm à tarde. No sopé tórrido e arenoso de uma pequena serra, estão os Arbore. É o primeiro contato, e o primeiro choque: cada pessoa cobra pela foto tirada de si. Você paga uma vez – Birr 5 (US$ 0,3) – e fotografa aquela pessoa o quanto quiser e como quiser. Parece um comércio? Sim, e é um comércio. É o que eles têm para vender, e é exatamente o que você que comprar. Não há um script para as visitas ás aldeias. Depende deles e, principalmente, de nós. Disperse-se e divirta-se. A chegada em Turmi é no final da tarde, com 5 horas líquidas de estrada distribuídas ao longo de todo o dia.
Há MALÁRIA na região, e o assunto “mosquito” é muito sério. É imperativo que você leia no setor “vacinas” na página “ïnfo país” a nota sobre malária.

5° Dia – TURMI (com Murule – VALE DO OMO)
Ao norte de Turmi (2.5 hr) está a grande aldeia da etnia karo. Exímios pintores corporais, os karo são o protótipo fotográfico do que se imagina que o vale do Omo seja. Além disso, a aldeia está numa curva do rio. O Omo River. É a foto da viagem. De volta a Turmi, o padrão de incredulidade assume nova esfera: hoje é 2ª feira, e isso significa feira em Turmi. Região da etnia hamer por excelência, Turmi é o centro do vale do Omo. Os hamers vêm em massa para a feira, e isso já diz tudo. Prepare suas lentes. A feira vai até o meio da tarde.

6° Dia – TURMI (com Omorate e Hamer – VALE DO OMO)
Pela manhã, partida novamente com rumo sul, desta vez para Omorate (2 hr). Às margens do Omo, a cidadezinha está a 30 km do Quênia e exige passaportes de quem ali chega, portanto, leve o seu. Nossa travessia do rio Omo é feita em canoas escavadas em um tronco único, instáveis e lamacentas. Do outro lado, a aldeia tribal é excelente, colorida, e tórrida (40 graus em janeiro). Já de volta a Turmia em tempo para o almoço, partida para a vizinha aldeia hamer. Vamos ver como vivem aqueles que lotaram a feira. Está em nossos planos que parte da aldeia cante para nós. Faremos a nossa parte, mas isso não significa muito em termos contratuais hamer. Como na nossa primeira aldeia e em todas as demais, não há script. Tome a iniciativa.

7° Dia – TURMI / ARBA MINCH
Hoje é dia de viagem. São de 5 a 6 horas de estrada até Arba Minch, sem contar as inúmeras paradas no caminho a cada cena fotográfica que aparece. A visita à aldeia Arbore pode ser transferida para essa manhã, eventualmente. Arba Minch está praticamente sobre o lago. Antes de entrar na cidade, propriamente dita, vamos ao lago à tarde. Embarque em pequenos barcos a motor e partida para a margem oposta. A probabilidade de encontrar hipopótamos e crocodilos em profusão é tão grande que até dá para prometer. Os hipos formam verdadeiras ilhas e os crocodilos de 6 metros de comprimento navegam lânguidos a poucos metros do barco. Os etíopes chamam o lugar de “crocodile market”. De volta do lago, direto ao hotel.

8° Dia – ARBA MINCH / ADDIS ABEBA
Pela manhã, partida para Addis Abeba (6 horas), diretamente ao hotel. Este é o fim do nosso circuito Vale do Omo.

9° Dia – ADDIS ABEBA / BAHIR DAR
Traslado ao aeroporto pela manhã e embarque para Bahir Dar. Recepção no aeroporto, traslado ao hotel e partida imediata para o lago Tana. O lago é repleto de monastérios ortodoxos; escolhemos um:Ura Kidane Mihret. É o mais famoso deles. Construído no século 14 numa península (vamos de barco) o monastério tem uma forma circular “sui generis” aos olhos ocidentais e contém uma boa coleção de pinturas e artefatos religiosos. À tarde, temos as cataratas do Nilo Azul. O nome diz tudo. Aliás, se não fosse pelo nome, dificilmente brasileiros encantariam-se com uma série de quedas d’água de 40 metros de desnível, minguadas desde 2003 por uma represa nova rio acima. Mas é o Nilo, e isso muda tudo. Retorno ao hotel no final da tarde.

10° Dia – BAHIR DAR / GONDER
Partida pela manhã para Gonder (3,5 hr), diretamente ao hotel. A tarde começa pela visita aos castelos de Gonder. Mescla européia e indiana, os castelos do século 17 parecem com tudo, menos com a Etiópia, mas são interessantes mesmo assim e refletem o esplendor dessa antiga capital etíope. O próximo passo é a igreja de Debre Birhan Selassie (preservada pela UNESCO). Singela, seu interior é delicadamente pintado.

11° Dia – GONDER / AKSUM
Pela manhã, traslado ao aeroporto e embarque para Aksum. Recepção no aeroporto e traslado ao hotel. Tudo em Aksum é puro mistério. Desde a existência da rainha de Sabá – aksumitra, obviamente – passando pelos obeliscos misteriosos até a presença da Arca da Aliança trancada a 7 mil chaves numa capela da cidade, tudo sobre Aksum é nebuloso, tudo é fascinante, e tudo pode de fato ser verdade, inclusive. O lugar está repleto de stelas – obeliscos de pedra com 30 metros de altura, a maioria ainda indecifrados, tumbas antigas e sabe-se lá o quê mais: Aksum mal começou a ser escavada. Capital do poderoso império aksumita, Aksum dominou o nordeste africano por um milênio e já despontava como potência regional no século 5 AC, antes mesmo dos romanos virem à baila! Nosso dia inclui tudo: as stelae, a igreja de Santa Maria (mas não veremos a arca, pelo menos desta vez), o pátio de coroação, o parque Ezana, os banhos da rainha de Sabá, e o museu de Aksum. Um banquete para os amantes da arqueologia e para os entusiastas da especulação histórica.

12° Dia – AKSUM
Não longe de onde o italianos perdera uma grande batalha, perderam ainda o domínio sobre a Etiópia e ainda perdram 6000 homens, está o monastério de Yeha, considerado como berço da civilização etíope, e arqueologicamente datado em 800 anos antes de Cristo. Isso mesmo: conteporâneo do Rei Salomão. Depois de ver tantos templos típicos etíopes, será evidente a conclusão de que Yeha difere de tudo mais, e é, claramente, yemenita. Isso alimenta em muito a eterna discussão entre Etíópia e Yemen sobre quem colonizou quem. Junto de um templo de tal envergadura e idade, a vizinha igreja de Abba Aftse, do século 6 dc parece recente e secundária, mesmo estando vinculada a um dos 9 peregrinos que difundiram o cristianismo na Etiópia de então. Nossa manhã e parte da tarde são dedicadas a essa região.

13° Dia – AKSUM / LALIBELA
Pela manhã (provavelmente) traslado ao aeroporto e embarque para Lalibela. Se este dia for um sábado, Aksum promove uma feira a céu aberto das melhores. Não é garantido, mas saiba que ao longo da manhã caravanas de camelos carregados de um tudo entram pelas ruas da feira imprimindo um ar bíblico às suas fotos. Só aos sábados. Uma vez em Lalibela, recepção no aeroporto (que é longe) e traslado ao hotel.

14° Dia – LALIBELA
Dia dedicado ao tour por Lalibela, visita às famosíssimas igrejas escavadas em rocha bruta entre os séculos 8 e 12 dc. Como se fosse uma Capadócia etíope, Lalibella detém um impressionante emaranhado de capelas ligadas por túneis (não mais secretos). As igrejas são ricamente e exoticamente ornadas, a cidade, minúscula, é inteiramente percorrível a pé, e os monges estão por toda parte. Esta é, aliás, a grande diferença entre lalibella e a Capadócia: Lalibella não é um museu; é ativa, viva, e as igrejas estão todas em plena atividade – quase como há um milênio atrás.

15° Dia – LALIBELA / ADDIS ABEBA
No horario apropriado, traslado ao aeroprto e embarque para Addis Abeba. Recepção no aeroporto e traslado ao hotel.

16° Dia – ADDIS ABEBA
Em horário conveniente, traslado ao aeroporto e embarque para seu próximo destino.

VALORES EM DÓLARES AMERICANOS

Preço por pessoa em aptos duplosUS$ 6680
Suplemento* para aptos individuaisUS$ 1090

VALORES E DISPONIBILIDADES DOS PROGRAMAS CONTIDOS NESTE SITE DA ADVENTURE CLUB ESTÃO SUJEITOS A ALTERAÇÕES. (30)

O que Inclui:
– Hospedagem com Meia Pensão;
– Traslados Privativos
– Tours privativos com guia falando espanhol e/ou inglês
– Voos Domésticos
– Seguro GTA Bronze

Não Inclui:
– passagem aérea internacional e taxa de embarque;
– visto de entrada;
– refeições e bebidas não mencionadas;
– despesas pessoais;
– qualquer outro item não mencionado como incluso.

Hospedagem:
Addis Abeba: 
Intercontinental
Arba Minch:
Paradise Lodge
Turmi: Buska Lodge
Aksum: 
Sabean Hotel
Bahir Dar: 
Kuriftu Resort
Gonder: 
Taye Hotel
Lalibela: 
Roha Hotel

40% de Sinal + 3 parcelas nos cartões Visa ou Mastercard

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