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Havaí tem natureza diversa com praias de areia escura, cachoeiras e vulcões

jul, 23

 


Magê Flores/FolhaPress

Surfistas com pranchas, colares de flores, pôr do sol no meio do mar e dançarinas de hula. Todos os clichês havaianos podem fazer parte de um ideal de paraíso (até para quem não se interessa por pegar onda). E essas belezas estão lá. Todas elas.

Entre Estados Unidos e Japão, no meio do Pacífico, o arquipélago de oito grandes ilhas é distante de tudo. Lá, o mar é mais azul, a areia é mais preta, a planta é mais verde e o sol é mais laranja.

Ao percorrer as estradas, as paisagens vão mudando pela janela. O Havaí tem 11 das 13 zonas climáticas do mundo (áreas mais e menos quentes e mais e menos úmidas).

A região vai além das praias famosas por campeonatos de surfe. Florestas, cachoeiras, árvores coloridas, vulcões gigantescos, campos de lava… e, para chegar aos lugares, infraestrutura norte-americana.

As estradas havaianas são sinuosas, mas de asfalto impecável (brasileiros acostumados a viajar pelo país tiram de letra). E isso dá a liberdade para circular sem ter de contratar passeios, basta ter um GPS em mãos. Assim você foge do esquema americanizado de turismo na região, com guias que falam sem parar em seus microfones, cumprindo uma lógica de entretenimento cansativa.

A ilha de Maui é destino querido para a lua de mel. Em três horas, é possível ver praias, matas com eucaliptos, bambuzais e cachoeiras até chegar ao Parque Nacional Haleakala, onde há piscinas de água salgada entre pedras escuras, de frente para o mar.

O parque, que fica sobre um vulcão adormecido de 3.000 metros de altura, abriga turistas munidos de câmeras e celulares durante o nascer do sol para registrar o céu mudando de cor. Haleakala, em havaiano, significa “casa do sol”.

Big Island, a última ilha ao sul, é mais “low profile”. Em dias claros, quatro dos cinco vulcões da ilha podem ser vistos no horizonte (três estão ativos e em dois deles é possível ver fumaça saindo). Lendas havaianas com a deusa Pele, vinculada a fogo e vulcões, costuram as paisagens.

Mesmo em Oahu, ilha que é a capital mundial do surfe, há outros motivos para uma visita: natureza, compras e bares para tomar um drinque depois da praia.

A jornalista viajou a convite do Hawai'i Tourism

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Fonte: Folha de S. Paulo

 

 

 

 

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