Experiências

Índia: um exagero de belezas e sensações

mar, 22

 

Natasha no Taj Mahal

Posso afirmar que depois de uma viagem para a Índia não há como voltar para casa sendo a mesma pessoa.

Minha viagem pelo país durou doze dias e começou pelas cidades do Triângulo Dourado: Delhi, Jaipur e Agra, cada uma com suas características próprias e lugares únicos.

Em Delhi destaco o Templo de Lótus, o Templo de Akshardham e o Raj Ghat, um memorial e local onde se encontram as cinzas de Mohandas Karamchand Gandhi, político e líder do movimento de independência da Índia e a favor da não violência. Gandhi dizia que existem sete pecados sociais: política sem princípios, riqueza sem trabalho, prazer sem consciência, conhecimento sem caráter, comércio sem moralidade, ciência sem humanidade e adoração sem sacrifício.

Palácio dos Ventos

Na cidade de Jaipur o encanto ficou por conta do Palácio dos Ventos e a experiência de subir de elefante as rampas da fortaleza Amber Fort. Já em Agra realizei a visita ao tão aguardado Taj Mahal, um mausoléu que para mim foi ponto alto da viagem. O Taj Mahal foi construído em mármore branco, com detalhes em ouro, entre os anos de 1630 e 1652. O Taj Mahal é um símbolo de um amor eternizado, uma homenagem do imperador Shah Jahan para sua esposa persa, Mumtaz Mahal, que veio a falecer ao dar à luz ao seu 14º filho.

Saindo de Agra segui para Khajuraho, uma pequena cidade do estado de Madhya Pradesh, ao sudoeste de Deli, capital da índia. Khajuraho é famosa por abrigar o maior grupo de templos Hindus medievais e durante a viagem visitei alguns deles.

Taj Mahal

No dia seguinte fui de Khajuraho para o estado de Uttar Pradesh, para conhecer Varanasi, cidade que começou a ser formada em 1 200 a.C, considerada uma das mais antigas e religiosas do mundo. Em Varanasi entre os passeios feitos o mais emocionante foi a navegação pelo Rio Ganges, que tem 2510 km de extensão. O Rio é considerado sagrado pela população hindu da Índia e quem for até lá vê claramente a importância do rio para eles.

O Rio Ganges se estende até Rishikesh, cidade que foi minha última parada e que é conhecida como a porta de entrada para o Himalaia. Nessa região o Rio Ganges se move de tal maneira que possibilita, dependendo das condições climáticas, prática de rafting. Vale dizer que na cidade Rishikesh há diversas escolas voltadas também a pratica do yoga, para aqueles que buscam um contato espiritual mais profundo.

Cerimônia Aarti em Rishikesh

Foram dias de muitas sensações, misturas de sentimentos, aromas agradáveis, temperos exóticos, eventos religiosos, veículos para cá e para lá e trânsito maluco. Na Índia tudo é exagerado, até a beleza.

Um país com uma cultura e modo de vida muito diferente do que estamos acostumados no Brasil. Berço de importantes religiões, e em que nos lugares considerados sagrados entra-se somente descalço.

Planeje você também uma viagem para lá e veja de perto os monumentos grandiosos do país e sinta a devoção que os indianos têm com o lado espiritual da vida.

* Natasha Malerba viajou para a Índia em Setembro de 2015.

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