Grupo Tibet, Nepal & Butão

Permânencia 20 Dias
Período 25 Set 2019
Detalhes inicio
Saída: 25 Set 2019
Valores Incluem: Parte Terrestre (Consulte a Parte Aérea)
A partir de: U$ 6.190,00 Solicitar Cotação

Escondido do mundo entre o Tibet e a Índia, à sombra do Himalaia e quase vetado ao turismo, o Butão, o “país do Dragão Trovejante” é o protótipo do país-shangrila; provavelmente, o único. As montanhas são imponentes, as florestas quase intactas e o povo, deliciosamente ingênuo, ainda. Sabe aquela imagem de fortaleza-monastério budista dominando o vale por onde corre um rio de águas límpidas? Butão. Um reino congelado no tempo que lembra o Nepal do século 18? Butão. O país que ainda limita a entrada de estrangeiros para preservar seu estilo ancestral de vida? Butão. Pouca gente é admitida por ano no Butão. Se você pode ser uma delas, não perca essa última janela para o passado – logo mais ela pode se fechar.

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DIA

25/09/2019 PEQUIN

Chegada, recepção no aeroporto e traslado ao hotel.


DIA

26/09/2019 PEQUIN / LHASA

Pela manhã, traslado ao aeroporto e embarque para Lhasa. Chegada, recepção no aeroporto e traslado ao hotel. À tarde, a título de aclimatização à altitude, saída para um passeio leve, visitando Norbulinka, o palácio de verão do Dalai Lama.


DIA

27/09/2019 LHASA

Pela manhã, subida ao Palácio de Potala, grande centro de peregrinação Tibetana, e visita aos aposentos pessoais do Dalai Lama. À tarde, o grupo será recepcionado por uma família Tibetana de classe média, em sua própria casa.


DIA

28/09/2019 LHASA

Pela manhã visita a Drepung, o maior Monastério Budista-Tibetano do mundo. Os monges são receptivos, e o grupo visita áreas restritas, tais como, a cozinha do monastério. Tarde livre para explorações individuais.


DIA

29/09/2019 LHASA / GYANTSE

Aqui começa a grande aventura: Lhasa-Kathmandu, em jipes! Rumando para o interior do Tibet ao longo do dia Yamdrok e de geleiras quase ao “alcance da mão”, atinge-se Gyantse, pequena e preservada, no melhor estilo tibetano. Este dia envolve altitudes maiores que 5000 metros. Após o alojamento no hotel, visita à “Stupa” poligonal de Gyantse.


DIA

30/09/2019 GYANTSE / SHYGATSE / XEGAR

Partida pela manhã para Shigatse (3900 m), a 2ª maior cidade tibetana. Sua maior atração é o Tashilhumpo, monastério sede do Panchen Lama, a segunda personalidade eclesiástica do budismo tibetano, logo abaixo do Dalai Lama. Imenso e dominante, o monastério é dos melhores. Continuação em direção ao monastério de Sakya, isolado do resto do mundo em pleno platô tibetano. Chegada ao hotel em Xegar e acomodação. Este dia envolve altitudes maiores que 5000 metros.


DIA

01/10/2019 XEGAR / RONGBUK

Partida pela manhã para o longínquo e extremamente isolado monastério de Rongbuk. A cerca de 5.000 metros de altitude e de frente para o Rongbuk Glacier e literalmente nos contrafortes do Monte Evereste, o monastério tem sido ponto de partida de todas as expedições à face norte do Monte Evereste. O alojamento no monastério é tudo o que se espera de uma mera cama sob um teto numa área tão remota: é simples, espartano, não tão limpo, e com comida pouco mais que básica. No entanto, as atividades do dia seguinte justificam plenamente tal desconforto.


DIA

02/10/2019 RONGBUK / KYRONG

Hoje é dia da grande travessia do Himalaia. Se você acha que o dia anterior teve mudanças dramáticas de ambiente, espere só para ver hoje. Ao longo do dia nossos jipes atingem 5400 metros de altitude, numa das travessias mais nobres do Himalaia, uma das únicas abertas a turistas e aventureiros. À sua esquerda em algum momento estará o Monte Xixabangma (8012m), e à sua frente, uma muralha imensa e nevada – a maior do planeta – onde montanhas do tamanho do Aconcagua nem ao menos têm nome e montanhas do tamanho do Mont Blac não existem, já que o próprio fundo do vale é mais alto que isso. Você vai cruzar a cordilheira que determinou grande parte das rotas comerciais terrestre por milênios, que dita o clima de boa parte de um continente e que molda ainda hoje a geo-política dos países envolvidos; e não são poucos. Você vai cruzar o Himalaia do Tibet para o Nepal, do desértico lunar de altitude extrema para o verde inebriante de uma face sul que recebe chuva, neve, degelo e sol. Você passa, num quase piscar de olhos, do budismo para o Hinduísmo, pulando da esfera chinesa de influência para a esfera de influência indiana. E o melhor de tudo isso é que cada um desses aspectos é clamorosamente visível. Somos entusiastas quanto a esse dia, e não é para menos. Kyrong, ainda no Tibet mas na fronteira com o Nepal, é onde arroz do sul era trocado por sal do norte. Hoje em dia o comércio é total, e o setor “Kyrong” da rota Lhasa / Kathmandu é novíssimo: estrangeiros (você), só em 2016. Seremos dos primeiros. Não espere boa acomodação em Kyrong – ainda não há. Melhor assim.


DIA

03/10/2019 KYRONG / KATHMANDU

Hoje é dia de fronteira, e isso, aqui, demora. Seja paciente, tenha duas fotos de tamanho para passaporte mesmo que todos digam que não precisa, e divirta-se com a bagunça generalizada. Uma vez no Nepal, novos veículos, novo guia, novo visual. No entanto, não é que dando as costas a Kyrong e ao Tibet que você estará livre do Himalaia. A face sul é vertical (o Tibet é um platô), os vales são profundos, a estrada serpenteia na encosta da montanha e o lado oposto, neve acima e rio abaixo, mal cabe na janela do jipe. É na face sul que o Himalaia é imprevisível, imperdoável. É aqui onde estão os maiores desníveis não submersos do planeta, chegando muitas vezes a 7000 metros entre pico e rio adjacente. Sua estrada abandona, paulatinamente toda essa dramaticidade para chegar, depois de 6 horas, ao Vale de Kathmandu, populoso e construído como há dias você não via.

10º
DIA

04/10/2019 KATHMANDU

Pela manhã, visita a pé ao núcleo de Kathmandu – a Durbar Square – um complexo de templos e palácios medievais de grande exotismo por onde parece passar, todos os dias, boa parte da população do vale, em si só atração sufuciente. O tour continua em Patan, a antiga capital do vale, com sua própria Durbar Square. À tarde, subida ao principal monastério budista do Nepal, Swoyambunath, no topo de uma colina, de onde os olhos de Buda observam todo o vale de Kathmandu. Também conhecido como templo dos macacos por motivos óbvios, Swoyambunath é um grande complexo de templos e mosteiros, com monges, devotos e fotógrafos amadores em plena ação.

11º
DIA

05/10/2019 KATHMANDU

Partida pela manhã para Bakhtapur, na extremidade norte do vale. Incrivelmente preservada em seu ambiente medieval, Bakhtapur foi o local escolhido por Bertolucci para cenário de “O Pequeno Buda”. De volta a Kathmandu, visita ao complexo templário hindu de Pashupatinath, onde acontecem os rituais de cremação. É o templo de Shiva mais importante do mundo, e um dos lugares mais místicos de toda a Ásia. As colinas ao redor do santuário principal às margens do rio Bagmati – afluente do Ganges e não menos sagrado – estão repletas de oratórios por onde perambulam devotos em diversos graus de volatilidade em relação ao mundo real. A fumaça das piras e o badalar insistente dos sinos imprime um ar de raro surrealismo. Do Pashupatinath segue-se para Boudanath, o grande centro de budismo tibetano no Nepal. A stupa central – grande santuário em forma de cone – é enorme, domina todo o bairro, e dita o fluxo de peregrinos em torno de si, no sentido horário. Você vai sentir-se no Tibet, antes de voltar para uma meia tarde livre em Kathmandu.

12º
DIA

06/10/2019 KATHMANDU / PARO / THIMPHU

Pela manhã, traslado ao aeroporto e embarque para Paro.  Chegada em Paro e partida para Thimphu (2700 m) numa viagem de 1,5 hr. O dia é totalmente dedicado, manhã e tarde, à exploração – majoritariamente a pé – de Thimphu. São vários os locais visitados: o Voluntary Artist Studio (com os artistas em plena atividade); a rua principal onde a vida cotidiana fervilha; o Textile Museum (com coleção impressionante e única patrocinada por Sua Majestade); a Escola de Pintura (onde você invade a aula das crianças); o Takin Zoo (vamos ver um takin? só existe naquela região; pesa 350 kg e parece uma cruza de gnu com vaca, cabra e yak); subida a um ponto vantajoso para uma visão panorâmica do vale.  Ao final da tarde e depois do expediente dos ministérios, visita ao grande Dzong de Thimphu, sede do governo e do clero butanês. O povo butanês parece viver uma harmonia simples, quase teórica. Tradições e modos de vida estão intactos, budismo e monarquia parece se entenderem bem, o país é lindo e o povo parece feliz. Terá o isolamento total por séculos o seu porquê?

13º
DIA

07/10/2019 THIMPHU - com festival Thimphu Tsechu

Hoje é dia de festival: Thimphu Tsechu, dentro do dzong Tashi Chodzong. Não é um dia normal para os habitantes de Thimphu, ou de qualquer outra parte do Butão, então imagine o quanto não é para você! Em cada outono, Thimphu é virado pelo avesso com um festival em homenagem a Padmasambhava, que, no século 8, introduziu o budismo no Butão (e em boa parte do Himalaia + redondezas). Todo a população da região aflui para a capital com suas melhores roupas tradicionais, ávidos pela grande festa do ano. Os monges, com máscaras terríveis, executam danças que preconizam a disputa entre o bem e o mal, e não adianta torcer por uma zebra: o bem sempre vence no Tsechu. Para onde você olhar é festa, cores, comidas, danças e alegria. Não há como coordenar seu interesse, muito menos domesticar seu instinto fotográfico, portanto, partimos pela manhã para o enorme dzong, palco principal do festival, e temos a manhã livre a partir daí. Tarde livre. Este festival não é coincidência: todo o programa, desde a partida do Brasil, foi montado em função desta data, portanto, aproveite cada segundo. Reza a tradição que todo butanês deve participar pelo menos uma vez na vida de um tsechu. Sabemos que, como bom explorador, você também merece um tsechu nessa vida, portanto, embolse o seu.

14º
DIA

08/10/2019 THIMPHU / PUNAKHA

Um explorador não se satisfaz com a sala de visitas, e tem que ir Butão adentro. Partida pela manhã para a antiga capital, Punakha (2 hr). O caminho é permeado de bosques de magnólias e rhododendros e a estrada tem um ponto culminante, o passo Dochu La (3140 m) que nos remete de volta ao Himalaia. Dele se vê 8 montanhas de primeira grandeza, 7 delas maiores que o Aconcágua. De lá a estrada mergulha para o vale de Punakha, onde a “baixa altitude” (1350 m) permite o cultivo de frutas não condizentes com os picos nevados logo ali. Coisas da face sul do Himalaia. A confluência de dois rios cria no vale a situação perfeita para o Punakha Dzong.  Fortalezas típicas do Butão, os dzongs são a própria alma arquitetônica do país. Sempre em posições estratégicas de controle regional, os dzongs atestam o passado litigioso dos diversos principados de outrora. O Punakha Dzong é dos melhores, se não o melhor. Foi sede do governo durante muito tempo, e ainda é residência de inverno do clero de Thimphu. A tarde inclui ainda uma leve caminhada per uma aldeia local, câmeras em punho.

15º
DIA

09/10/2019 PUNAKHA / BUMTHANG

Partida pela manhã para Bumthang (2600 m), a leste (7 hr). Para passar de um vale a outro, a estrada volta a galgar para o passo de Pele La (3150 m), como nova foto do Himalaia e mais magnólias e rhododendros. Descendo para o vale de Trogsa (2200 m), o dzong do mesmo nome rouba toda a atenção. Imponente fortaleza por fora e labitinto de templos e prédios administrativos por dentro, Trongsa Dzong também foi sede do governo e até hoje está intimamente ligada à família real: o príncipe herdeiro é, tradicionalmente, o “senhor” do dzong. Continuação da viagem até Bumthang via mais um passo (Yotang La, 3400 m) e  fim de tarde livre.

16º
DIA

10/10/2019 BUMTHANG

Literalmente no centro do Butão o vale de Bumthang é de suma importância reliiosa, abriga os templos mais antigos do país, e merece nossa atenção em detalhes, portanto, a pé. Múltiplos são nossos destinos de hoje no vale: as vila de Zugney (com seus teares rudimentares); a vilas de Prakhar e Nangar; fábricas artesanais de queijo e mel; o templo de Kurjey Lhakhang (século 8), dedicado ao Guru Padsambhava, que segundo se acredita, meditou no local. Essa é uma região remota geograficamente, mas central quanto à identidade religiosa de todo um povo. Você quer o interior de um país quase fechado ao mundo exterior vivendo um budismo medieval o quão intacto pode ele ser? Pois bem, você chegou. Se o tanto que se anda a pé neste dia lhe parecer demasiado, não desista do Butão por isso: a Adventure Club terá uma solução sobre 4 rodas para você.

17º
DIA

11/10/2019 BUMTHANG / PUNAKHA

Partida pela manhã para a antiga capital, Punakha (6 hr), de volta ao oeste e pela mesma estrada que você já utilizou (praticamente a única via leste-oeste do Butão). A confluência de dois rios cria no vale a situação perfeita para o Punakha Dzong. Fortalezas típicas do Butão, os dzongs são a própria alma arquitetônica do país. Sempre em posições estratégicas de controle regional, os dzongs atestam o passado litigioso dos diversos principados de outrora.

18º
DIA

12/10/2019 PUNAKHA / PARO

Partida pela manhã para Paro, a 2100 m de altitude (4 hr). Vale amplo, abriga o segundo mais importante núcleo populacional do Butão, além de seu aeroporto internacional. Não é de hoje o controle de Paro sobre a comunicação física do Butão com o mundo exterior, já que está numa antiga rota preferencial entre a Índia e o Tibet, policiada por dzongs dignos de tal importância. A chegada no vale de Paro implica em ida ao Taktsang Monastery, antes mesmo de ir ao hotel. Alojado de forma desafiadora e inacreditável na face do rochedo, o Ninho do Tigre, como é chamado o monastério, está no local onde Padmasambhava aterrisou, tendo voado nas costas de um tigre para fundar o primeiro monastério budista do Butão. Subir ao Ninho do Tigre significa duas horas de subida a pé (ou a cavalo – opcional não incluso), além do tempo de descida. Se vale a pena? E você por acaso resiste à provocação de vê-lo lá e não subir?

19º
DIA

13/10/2019 PARO

Pela manhã, visita ao Paro Dzong e ao Museu Nacional, com seu vasto acervo sobre as diversas nuances da história e cultura do país. Tarde livre.

20º
DIA

14/10/2019 PARO

Em horário conveniente, traslado ao aeroporto e embarque ao seu próximo destino.  

VALORES POR PESSOA EM DÓLAR

Hospedagem Quádruplo Triplo Duplo Single CHD Validade
Conforme Roteiro - - U$ 6.190 - - 25 Set a 14 Out 2019

Suplemento* para aptos individuais US$ 1190

 

OS VALORES E DISPONIBILIDADES DOS PROGRAMAS CONTIDOS NESTE SITE DA ADVENTURE CLUB ESTÃO SUJEITOS A ALTERAÇÕES. (30)

PACOTE TERRESTRE
40% de sinal + 3 parcelas no cartão

· US$ 200: taxa de pedido de reserva e/ou personalização do programa (VISA OU MASTERCARD). Aplicável quando há personalização de programas sob encomenda. Veja detalhes abaixo.

· 1ª parcela: 40% já com sua reserva confirmada. Forma de pagamento: cheque ou depósito bancário. Veja detalhes abaixo.

· Saldo: 60% no cartão em 3 vezes com VISA ou MASTERCARD. Forma de pagamento: transação simples e eletrônica, no dia do pagamento do sinal. Veja detalhes abaixo.

US$ 200 – Essa é a taxa de reserva e/ou personalização do programa.

Inclui:
– Hospedagem standard
– Pensão completa no interior do Tibet e no Butão. (No Butão almoço e jantar em restaurantes locais).
– Café da manhã nas demais cidades
– Seguro – GTA Bronze
– Guia falando inglês
– Translados privativos

Não Inclui:
– Aéreos

Consulte outros detalhes

Hospedagem:
Pequin – Grand Mercure Hotel01/04/2019
Lhasa – Four Points by Sheraton
Gyantse – Gyantse Hotel
Xegar – Xegar Baiba
Rongbuk – Rongbuk Monastery
Kyrong – Kyerong hotel
Kathmandu – Hotel Annapurna
Thimphu – Osel
Punakha – RKPO Green Resort
Bumthang –  Yugharling Resort
Paro – Udurnwara Resort