Grupo Bali, Lombok, Java, Sulawezi & Komodo

Permânencia 18 Dias
Período 21 Jul 2019
Detalhes inicio
Saída: 21 Jul 2019
Valores Incluem: Parte Terrestre (Consulte a Parte Aérea)
A partir de: U$ 5.390,00 Solicitar Cotação

A Indonésia tem 12700 ilhas e é o maior arquipélago do mundo. Tem 240 milhõess de habitantes, tem templos budistas e hinduístas, praia aos montes, mergulhos de nível internacional, um vulcão a cada esquina e algumas pérolas únicas, Bali sendo a mais luminosa delas. Não veja Bali como um destino de praia; isso é conversa fiada para turista russo desinformado. Bali é um o maior foco asiático de produção artística, a natureza do centro da ilha é fotogênica, os balineses – quase que os únicos não muçulmanos da Indonésia toda – são sorridentes, simpáticos, criativos e super-hinduístas, os hotéis são charmosos e as praias… olha, até que dá para ir numa ou noutra.

Nossos programas na Indonésia são construídos com base em Bali, e crescem à medida que adicionamos outras ilhas ao programa, cada uma com sua especialidade:

· Mar, mar e mar em Gili Trawagan
· O grande templo de Borobudur em Java
· A arte funerária e as casas de chifre em Sulawesi
· Os lagos da cratera do vulcão Kelimutu em Flores
· Os dragões de Komodo

Você pode ter um programa que seja qualquer combinação de Bali com ilhas acima. Se você já foi em Bali, vai entender nossa sugestão: volte lá e curta Ubud por alguns dias.

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DIA

BALI

Recepção no aeroporto e traslado ao hotel em Ubud (2 h).  


DIA

BALI

Das 12700 ilhas do arquipélago indonésio, apenas Bali manteve sua identidade budista, passando a ficar “ilhada” num mar de ilhas islâmicas. Tal determinação não acontece na história por acaso, e Bali está longe de ser uma ilha qualquer. Aqui, cultura, arte, religião e criatividade desenfreada são a tônica de vida de um dos povos mais simpáticos da Ásia. Pena que eles somam apenas 3 milhões. No centro sul da ilha, numa região repleta de arrozais e permeada de templos, Ubud é a capital intelectual de Bali. Em termos artísticos, Ubud é tanto a inspiração como o próprio ambiente de trabalho de uma infinidade de artistas; as ruas são tomadas por fileiras de galerias e lojas. Não faltam templos, e o famoso Monkey Temple é uma excelente introdução para o que ainda virá adiante. Os restaurantes são excelentes, as lojas são atraentes, os hotéis são charmosos e o trânsito é infernal, mesmo tendo Ubud não mais que 4 ou 5 ruas. Se você não caiu no conto do paraíso tropical (que Bali está longe de ser) e caiu no nosso conto de que Bali é pura cultura, Ubud, a 2 horas do mar, é sem dúvidas a sua praia. Nossa manhã é tomada por uma visita a pé ao Monkey Temple e nossa tarde é livre – em Ubud, isso é uma necessidade absoluta, ainda mais no primeiro dia.


DIA

BALI

Ilha vulcânica de terra fértil e relevo eternamente em declive (do vulcão ao mar), Bali é recortada por diversos rios que correm por sulcos profundos escavados na pedra magmática. As encostas dos vales definidos por estes rios são entalhadas em forma de “terraços de arroz” e não poderiam ser mais fotogênicas. O rio Ayung é o principal deles na região de Ubud, e nossa manhã é dedicada a um rafting (classe 3) fácil e divertido. Tenha em mente que você desce a pé até o rio por degraus de pedra (15 minutos para descer e algo como 25 para subir de volta). A tarde é dedicada a uma das grandes vedetes balinesas: Tanah Lot. Construído sobre um rochedo, o templo de Tanah Lot fica ilhado na maré cheia, fica acessível na maré baixa e compõe, junto com o sol poente no mar, um dos mais belos cenários de Bali, se não o mais fotografado. Nosso plano é, obviamente, estar lá para o por do sol.


DIA

BALI

Hoje é dia de norte. Dia de mais templos, de vulcões e de estrada. Já pela manhã, noaas primeira parada é em Gunung Kawi: você desce pelos arrozais (10 minutos para baixo e 20 minutos de volta para cima) até uma sérir de lindos templos entalhados na rocha. Mais ao norte, paramos em Kintamani, na orla da cratera de um vulcão extinto que abriga um segundo vulcão dentro de si – este sim, ativo – além de um lago de uma azul límpido. O pan de fundo de tudo isso é outro vulcão, o Gunung Agung, ativo, dominante e definidor de boa parte da estrutura geográfica de Bali. Não é à toda que o templo mãe da ilha, Besaki, fica em suas encostas. Após visita a Besaki, retorno ao hotel.


DIA

BALI (UBUD)

Hoje você tem um dia livre. Em Ubud, isso é uma necessidade absoluta.


DIA

BALI / GILI TRAWAGAN

Cedo pela manhã, traslado ao porto de Padangbay (1,5 h) e embarque no barco para Gili Trawagan. Vamos tentar descrever o barco, já que barco é, ás vezes, coisa complicada para uns, enquanto é uma delícia para outros. O barco é um “lanchão” com uma cabine para 30 passageiros. Algo como um ônibus náutico que navega em 1,5 horas (pode levar mais que isso) através do Estreito de Lombok. Balança de acordo com o mar do dia, náo tem banheiro, não molha nada e chega direto no píer de Gili Trwagan. Daí uma charrete leva você e malas até o hotel, e só então aquela estória de paraíso tropical começa a fazer sentido. Gili Trawagan é tudo isso, mas já não é o protótipo da perfeita combinação entre mar, isolamento e praia. Há uma vila, há um buchicho, as praias não são das melhores do mundo e há gente. Muita gente, australianos e europeus na maioria. Aqui a escolha do hotel é delicada: perto da vila ou longe dela? Seu tempo em Gili Trawagan é inteiramente livre. O que fazer? Mergulho na excelente bancada de corais (há inúmeras possibilidades de snorkel embarcado ou simplesmente nadando a partir da praia), uma volta de 360 graus ao redor da ilha a pé pela praia (leva umas 2,5 h), uma manhã nas ilhotas vizinhas (seu hotel tem barco), um por do sol na praia oeste da ilha com Bali ao fundo, e, não se esqueça de também fazer nada. Note um detalhe importante: muitos hotéis alimentam os chuveiros dos apartamentos com água salgada e disponibilizam uma tina enorme com água doce para tirar o sal depois do banho salgado. Coisas de ilha.


DIA

GILI TRAWAGAN

Dia livre


DIA

GILI TRAWAGAN / LOMBOK / MAKASSAR (SULAWESI)

Pela manhã  você embarca para Lombok num barco local para uma travessia de 15 minutos. Este embarque pode estar no píer da vila (com charrete até lá), no píer do hotel (só alguns têm) ou com água pela canela com o barco encalhado na frente do hotel (a recepção do seu hotel sabe quando, onde e como). Já em Lombok, recepção no píer local e início de um tour de reconhecimento. A estrada que corre pela margem ocidental da ilha tem cenários magníficos, até mergulhar no interior, que é dominado pelo Monte Rinjani (3600 m). Começamos pelo Taman Narmada, com suas piscinas e terraços. Seguimos com um ou outro centro de artesanato de interesse duvidoso e terminamos com uma aldeia típica e tradicional. O interesse turístico transformou-a num protótipo de  vila modelo um tanto artificial, mas ainda assim ela é interessante, fotogênica e única. Se próximo passo: aeroporto e vôo para Makassar, em Sulawesi. Não apavore-se se o vôo for para Ujung Padang; Makassar já teve esse nome e o aeroporto o mantém. Recepção no aeroporto e traslado ao hotel.


DIA

MAKASSAR / TANA TORAJA

Sulawei (Ilhas Celebes, segundo os portugueses) é enorme e facilmente identificável no mapa por sual forma de polvo. Makassar, seu principal porto no “tentáculo sul” é uma cidade vibrante, dinâmica e desinteressante frente ao que há mais ao norte. Partimos, portanto para o norte pela manhã. A natureza montanhosa de Sulawesi revela-se logo: a estrada segue ao longo de montanhas curiosamente moldadas, como se tivessem sido torneadas uma a uma e plantadas num campo de arroz. O almoço é na cidade portuária de Pare Pare, nosso último estágio ao nível do mar. A partir daí, subimos para uma altitude de 800 metros. Tudo muda, a começar pela temperatura. O cenário montanhoso da estrada requer paradas fotográficas e alguns trechos da estrada são de fato impressionantes. Passadas 8 ou 9 horas desde Makassar, você chega ao seu hotel, no coração de Tana Toraja

10º
DIA

TANA TORAJA

Toraja é o nome do grupo étnico cultural que habita essa região montanhosa de Sulawesi. Tana Toraja é o nome da região, cuja cidade principal (e praticamente única é Rantepao (é provável que você nem veja a cidade). Os toraja vivem preparando-se para a morte. Funerais são imensos, alegres e criativos, exceto para a enorme quantidade de búfalos e porcos sacrificados em homenagem ao morto. As encostas de diversas montanhas estão repletas de tumbas escavadas na rocha, acompanhadas de uma “varandinha” entalhada na pedra contendo estátuas – os tautaus – o mais fiel possível de cada morto. Nada de mórbido nisso. Muito pelo contrário, os tautaus são coloridos e pitorescos, divertidos de ver e de fotografar. Algumas cavernas grandes estão repletas de ossadas humanas – isso sim mórbido – numa profusão de crânios e tíbias que desafia nossas concepções mais arraigadas. Mas os toraja não pensam como nós, e é justamente em busca dessa diversidade que viajamos para tão longe. Tudo isso está imerso num ambiente com dois tons de verde: escuro na vegetação das montanhas, e claro nos arrozais. E tem mais! Os toraja veneram os búfalos. Suas casas têm forma de chifre (só uma foto pode descrever), e as fachadas das casas ostentam chifres de búfalos às dezenas, mostrando quantos búfalos foram sacrificados em homenagem aos antepassados daquela família. Até o meio do século 20 os toraja eram canibais; algumas casas ostentam na fachada os crânios dos inimigos comidos. Tana Toraja é assunto para 2 dias inteiros de exploração. A ordem do que visitar antes é estabelecida pelo seu guia, e depende de diversos fatores, como clima ou eventos locais (se for um funeral, não perca). Este será o seu primeiro dia inteiro de exploração. Se você não tiver um 2º dia inteiro de exploração no programa, comece seu dia muito cedo, mas não descarte Tana Toraja por isso. Não conte com a coincidência de haver um funeral justamente quando você estiver lá, mas se houver, não perca.

11º
DIA

TANA TORAJA

Este é o seu 2º dia de exploração.

12º
DIA

TANA TORAJA / MAKASSAR / BALIA

descida é mais rápida e em 8 horas (almoço em Pare Pare) você chega ao aeroporto de Makassar, embarcando dali para Bali. Recepção no aeroporto e traslado ao hotel.

13º
DIA

BALI / ENDE / MONI (FLORES)

Pela manhã, traslado ao aeroporto e embarque para Ende, na parte leste da ilha de Flores (a ilha foi batizada pelos portugueses e dá para imaginar o porrquê). Flores é enorme, repleta de vulcões e tem um dos seus melhores não muito longe: o vulcão Kelimutu. Recepção no aeroporto de Ende e partida imediata para Moni (2 h montanha acima). O caminho é dos melhores quanto ao visual, e você não tem pressa. A uma altitude de 700 metros, Moni é uma vila de montanha, faz frio à noite, e você quer dormir cedo (veja o dia seguinte).

14º
DIA

MONI / KELIMUTU / ENDE / LAMBUAN BAJO (FLORES)

Muito cedo pela manhã e ainda longe do amanhecer, partida para o vulcão Kelimuto. A subida até a cratera é composta de meia hora de carro + 20 ou 30 minutos a pé. A cratera do Kelimutu tem 3 lagos magníficos com cores diversas entre si. O ponto de observação mais alto (vá, mesmo que lentamente) tem um panorama privilegiado para as 3 lagoas e para Flores até perder de vista, quando as nuvens permitem tal ousadia. Faz frio no Kelimutu; esteja preparado. Nosso plano é chegar lá para o nascer do sol.De volta ao hotel e depois do café da manhã, descida para Ende e embarque no vôo para Lambuan Bajo. Recepção no aeroporto e traslado ao hotel.

15º
DIA

LAMBUAN BAJO (FLORES E KOMODO)

Logo pela manhã, traslado ao píer local. Seu barco é típico, de madeira, com certo conforto, água, comida e boa sombra. Em meia hora a âncora é lançada ao mar e você tem 2 horas para escolher qualquer combinação entre praia e snorkelling (equipamento incluso). Novamente navegando, o almoço (feito a bordo) é servido a caminho do Parque Nacional de Komodo (2,5 h), famoso pelos “dragões” de mesmo nome. Composto por 3 ilhas (Komodo e Rinja são as principais com 2500 dragões cada), o parque encanta uns e decepciona outros. Raríssimo (só tem lá), os dragões de Komodo são répteis que lembram um lagarto gigante (quase 4 metros), correm a 60 km/h, são carnívoros vorazes e têm uma saliva infecciosa que mata um búfalo com uma mera mordida. Tenha em mente, no entanto, que répteis são preguiçosos, não se mexem à toa, e que os dragões de Komodo não vão dançar para sua câmera. A sede da administração do parque, em Rinja (essa é a nossa ilha, simplesmente por ser mais perto de Flores) tem umas 5 construções em palafitas. Uma delas é uma cozinha, e quase sempre há alguns dragões espertinhos por ali. Isso maximiza suas chances de ver dragões sem nenhum esforço. Há ainda a sua disposição uma caminhada de 2 horas pela ilha guiada por um ranger para, com muita sorte, encontrar dragões no mato. De volta ao barco e após mais 2 horas de navegação em direção a Lambuan Bajo, há uma parada surreal: de uma ilhota com cara de nada, assim que escurece, dezenas de milhares de morcegos partem para Flores em busca de frutas. São ondas e mais ondas de morcegos voando tão baixo que dá para ver seus focinhos de raposa. Com mais 1 hora de barco voc~e está de volta ao porto e pouco depois, no hotel.

16º
DIA

LAMBUAN BAJO / JOGJAKARTA

Pela manhã, traslado ao aeroporto e embarque para Jogjakarta (com provável conexão em Bali e, provavelmente, demorada). Recepção no aeroporto e traslado ao hotel.

17º
DIA

JOGJAKARTA

Nossa manhã é dedicada ao Borobudur. Principal templo budista da Indonésia, o Borobudur é um dos 3 grandes complexos templários do sudeste asiático (os outros são Bagan, em Myanmar, e o Angkor Wat, no Cambodja). Uma enorme quantidade de painéis com baixos relevo conta a história do Buda, formando plataformas sucessivas e superpostas como numa grande pirâmide budista aos pés do eternamente fumegante (e muitas vezes em erupção total) Monte Merapi. Se você preferir – é essa nossa opção – podemos iniciar o tour a tempo de que você (e mais meio mundo) assista ao nascer do sol do topo do Borobudur. A tarde é dedicada ao Palácio do Sultão, e ao complexo templário (desta vez hinduísta) de Prambanam. Em meio a um gramado extenso, as torres dos templos de Prambanam são a própria cara da Índia, e testemunham sobre uma época remota na qual uma boa parte do sudeste asiático adotou o hinduísmo como fé dominante. Prambanam é a 2a melhor atração de Jogjakarta, mas a competição não é justa, pois em dia de Borobudur, nada mais pode concorrer.

18º
DIA

JOGJAKARTA

Em horário conveniente, traslado ao aeroporto e embarque para seu próximo destino. 

VALORES POR PESSOA EM DÓLAR

Hospedagem Quádruplo Triplo Duplo Single CHD Validade
Conforme Roteiro - - U$ 5.390 - - Jul 2019

Suplemento* para aptos individuais U$ 1.390

OS VALORES E DISPONIBILIDADES DOS PROGRAMAS CONTIDOS NESTE SITE DA ADVENTURE CLUB ESTÃO SUJEITOS A ALTERAÇÕES. (30)

PACOTE TERRESTRE
– 40% de sinal + 3 parcelas no cartão

· US$ 200: taxa de pedido de reserva e/ou personalização do programa (VISA OU MASTERCARD). Aplicável quando há personalização de programas sob encomenda. Veja detalhes abaixo.

· 1ª parcela: 40% já com sua reserva confirmada. Forma de pagamento: cheque ou depósito bancário. Veja detalhes abaixo.

· Saldo: 60% no cartão em 3 vezes com VISA ou MASTERCARD. Forma de pagamento: transação simples e eletrônica, no dia do pagamento do sinal. Veja detalhes abaixo.

US$ 200 – Essa é a taxa de reserva e/ou personalização do programa.

Inclui:
– Hospedagem
Gili Island – Hotel Villa Ombak
Jogjakarta – The Phoenix Hotel
Kuta – The Vira Hotel
Labuan Bajo – Bintang Flores
Makassar –  Aryaduta Makassar
Moni – Kelimutu Eco Lodge
Toraja – Heritage Toraja
Ubud –  Tjampuhan

– Translados
– Tours com guia e veículo em base regular.
– Seguro: PLANO FLY PLUS – FP-MD

Não Inclui:
– Aéreos

 

Consulte outros detalhes.